O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou, nesta terça-feira (24), na abertura da 79ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York (EUA).

Em sua fala, o mandatário retomou sua crítica ao enfraquecimento de instituições internacionais e chamou atenção para as dificuldades de se construir acordos significativos entre as nações em um contexto de crescentes conflitos.

“Adotamos ontem, neste mesmo plenário, o ‘Pacto para o Futuro’.

Sua difícil aprovação demonstra o enfraquecimento de nossa capacidade coletiva de negociação e de diálogo. Seu alcance limitado também é a expressão do paradoxo do nosso tempo”, disse Lula.

Como de praxe, o presidente do Brasil é o primeiro chefe de Estado a discursar na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Integram a comitiva brasileira a primeira-dama, “Janja”, os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), além do ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do assessor especial e ex-chanceler Celso Amorim.

Durante sua fala, Lula reforçou tom crítico há tempos adotado por ele ao estado de coisas na sociedade internacional e suas principais instituições e voltou a defender uma reforma na ONU, como resposta aos novos problemas enfrentados, além de dar maior representatividade a nações que emergiram no período pós-guerras.